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SP vai ganhar serviço de compartilhamento de patinetes elétricas

07/08/2018 - Artigos
Na fase inicial, serão 50 patinetes que estarão disponíveis na região da Faria Lima, zona oeste de São Paulo, com bandeirada inicial de R$ 2,50

 Está em dúvida entre tirar o carro da garagem, chamar o Uber, usar o transporte público ou uma bicicleta? São Paulo deve ganhar nos próximos dias mais uma opção de locomoção. É o serviço de compartilhamento de patinetes elétricas, que será oferecido pela startup Ride.

Marcelo Loureiro, sócio da empresa, trabalhou com compartilhamento de bicicletas nos últimos sete anos nos Estados Unidos. Lá, viu explodir o compartilhamento de patinetes e teve a ideia de trazer essa modalidade para o Brasil.

“O patinete tem o apelo da mobilidade: é rápido, leve, divertido e acessível. Diferentemente da bicicleta, não exige esforço físico nem tem restrição de vestimenta, pois você pilota em pé. Dá para usar de saia, vestido, salto ou uma roupa mais sofisticada”, afirma Loureiro.

Segundo ele, é mais fácil aprender a utilizar um patinete do que uma bicicleta. “É muito intuitivo e por isso é uma modalidade muito democrática.”

Loureiro diz que o serviço deve começar a operar até o dia 20 desde mês, quando o aplicativo da Ride estará disponível para download nas lojas da Apple e Google. Os primeiros testes de rua foram feitos neste fim de semana na avenida Paulista e parque do Ibirapuera.

Na fase inicial, serão 50 patinetes elétricas que estarão disponíveis na região da Faria Lima, zona oeste de São Paulo. Inicialmente, o equipamento terá de ser retirado e devolvido em pontos específicos e pré-determinados da cidade.

A ideia, entretanto, é que no futuro o usuário possa deixar o patinete em qualquer lugar, inclusive na porta de casa. A empresa passaria recolhendo os equipamentos depois e levando para os pontos de retirada. Para que isso aconteça, Loureiro afirma que é necessário haver uma regulamentação municipal. “Estamos conversando com a prefeitura, há um entendimento avançado.”

Mas ele prefere estimar um prazo para que essa regulamentação seja feita. Os preços ainda não estão fechados, mas devem girar em torno de 2,50 reais a bandeirada de largada e mais 0,50 centavos por minuto.

Os patinetes devem circular nas ciclovias, ciclofaixas e, quando não houver essas opções, nas calçadas. A velocidade do equipamento chega a 20 quilômetros por hora.

O negócio de compartilhamento de bicicletas e patinetes elétricas vem crescendo. A Uber comprou uma empresa de compartilhamento de bikes nos Estados Unidos, que terá em seu controle operacional o brasileiro Guilherme Telles. O aplicativo também vai investir em patinetes elétricos.

Fonte: Veja
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