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Conselho da ONU fará reunião de emergência sobre Coreia do Norte

04/09/2017 - Internacional
Diferente de encontros anteriores sobre a questão norte-coreana, reunião será aberta; órgão foi cobrado por Conselho Europeu a endurecer sanções

 O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) vai realizar uma reunião de emergência nesta segunda-feira para discutir uma resposta internacional ao teste nuclear da Coreia do Norte. Estados Unidos, Reino Unido, França, Japão e Coreia do Sul convocaram o encontro, que acontecerá às 11h, no horário de Brasília, segundo um pronunciamento da missão americana.

O Conselho vai se reunir em uma sessão aberta, diferentemente de muitos outros encontros sobre a Coreia do Norte, que foram a portas fechadas. A Coreia do Norte garantiu, neste domingo, ter testado com sucesso uma bomba de hidrogênico, despertando diversas críticas internacionais. Também chamada de bomba H ou termonu­clear, a bomba possui uma capacidade de destruição exponencialmente maior que a de uma bomba atômica convencional e está nas mãos de poucos países: Estados Unidos, Rússia, Inglaterra, França e China.

A explosão subterrânea foi o sexto teste nuclear do regime norte-coreano, em violação às resoluções da ONU, que proíbem Pyongyang de realizar testes nucleares e de mísseis. Mais cedo, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, disse que o teste nuclear da Coreia do Norte é “profundamente desestabilizador” para a segurança regional e pediu a Pyongyang para interromper essas ações.

Europa

O presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, se pronunciou neste domingo, por meio de um comunicado, sobre os teste norte-coreanos. Tusk cobrou que o Conselho de Segurança da ONU adote novas sanções contra o país asiático, afirmando que o procedimento deste domingo “viola gravemente” as obrigações da Coreia do Norte perante as leis internacionais.

Segundo uma autoridade do bloco, a União Europeia está pronta para endurecer o jogo contra o regime do ditador Kim Jong-un. No comunicado, Donald Tusk defendeu que “as apostas estão ficando muito altas” no jogo diplomático em torno dos testes nucleares do país.

(Com AFP e Estadão Conteúdo)

Fonte: Veja
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