Terça-Feira, 26 de Setembro de 2017
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Ler historinhas para o seu filho pode contribuir para a desigualdade, diz acadêmico

08/05/2015 - Dicas
E acadêmicos tentam me convencer de que vale tudo para combater a desigualdade social.

 E acadêmicos tentam me convencer de que vale tudo para combater a desigualdade social. Além de sobretaxas e impostos dos mais malucos, o cidadão agora é incentivado a refletir: será que contar historinhas para a criança antes de dormir não contribui de alguma maneira para a desigualdade social?

Segundo o filósofo Adam Swift, em entrevista para a ABC Radio National, sim. Algumas coisas que leio por aí rendem risadas por semanas.

Ao fazer um levantamento sobre a educação das crianças, descobriu-se que a diferença entre aquelas que ouvem historinhas antes de dormir para aquelas que não ouvem é maior do que a diferença entre aquelas que estudam em escolas caras para aquelas que não estudam.

Para Swift, não é justo que algumas crianças ouçam historinhas antes de dormir e outras não. E, por isso, para ele, os pais deveriam ter consciência de que quando contam historinhas estão contribuindo para a desigualdade e que poderiam pensar sobre isso ocasionalmente.

É baseado nessa ideia de que alguns são privilegiados em detrimento de outros que hoje se discutem as propostas mais absurdas, quando todos deveriam ser incentivados a fazer o melhor que podem para os seus filhos. Alguém já disse que vivemos na época do ressentimento.

Além do ressentimento, a tendência atual é clara: institucionalizar a criança e a família. Por exemplo, o governo se acha no direito de proibir propagandas voltadas para o público infantil. Não importa o que os pais pensem sobre isso, não interessa a liberdade dos pais de estabelecer suas próprias regras, haverá sempre alguém de fora para decidir o que é melhor na sua casa.

Que muitos pais não sabem direito como lidar com os filhos é evidente, como também é certo que acadêmicos e políticos sabem menos ainda. Ou você deixaria o seu filho sozinho numa sala com um desses deputados que discutem o Estatuto da Família?

As boas intenções são usadas como reboco nas paredes do inferno. Movimentos que tentam transformar as relações familiares e a intimidade conjugal em esquete de Monty Python.

Fonte: Yahoo
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